“D”, DE DOMÍNIO
Acendo um cigarro -
Não espere rima com escarro
Pois não estou para a poesia) -
E fleumático observo a manhã,
Esse livro breve até aqui
reeditado
15 mil vezes para o mesmo
leitor...
Edições não-revistas nem
ampliadas.
Todas com o mesmo prefácio obrigatório.
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Anselm Kiefer, Paete, non dolet, escultura, 2008. |
3 comentários:
D de deixa...
Sabe que não deixo de tragar uma letrinha tua sequer, né?!?
Engraçado... todas as vezes que leio este poema enxergo dominó, acho que deve ser efeito da escultura e uma certa negação ao domínio - afinal, nenhum poder é hegemônico.
a poesia sem rima é mais simpática e a escultura é o máximo.
bj
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