Imagem do cabeçalho: "O Grande Canal de Veneza" (detalhe) de Turner

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

TEMPO DE EXPOSIÇÃO (37)

CONCERTO SINESTÉSICO

Ouvir, propriamente,
Só ouço a música ambiente,
Distante realejo...
Não confunde a minha música,
Toda feita de sons que vejo.


Robert Doisneau, L'Accordeoniste, Rue Mouffetard, Paris, 1951



























9 comentários:

Jaci Rocha disse...

teu poema recordou-me os versos de Lenine..."Somos feitos de silêncio e som"...
E,nos sons, nosso realejo particular.
=)

Belo!!!

Carol Timm disse...

Um merecido descanso para quem tem uma bela produção intensa.

As últimas fotos tem sido maravilhosas, especialmente a de hoje que não me lembrava mais e é muito especial para mim.

Bjs,
Carol

Adriana Karnal disse...

tempo ao tempo.

Bípede Falante disse...

on vacation tudo bem!!
beijos :)

Chorik disse...

Até os poetas precisam de descanso.

Evandro L. Mezadri disse...

Vá mas volte, sua poesia é de grande inspiração para nós!
Grande abraço e sucesso!

Lalo Arias disse...

Bom descanso (seria só descanso ou são outras atividades?). De toda maneira, volte logo.
Grande Abraço.

Tiago do Valle disse...

Poucas palavras que dizem muito. Amo as poesias que sintetizam emoções, porque elas exigem muito talento. Parabéns, Marcantonio, te achei pelo blog da Lua.

Marcelo Henrique Marques de Souza disse...

O ambiente é sempre música para o poeta. Bom descanso.