Imagem do cabeçalho: "O Grande Canal de Veneza" (detalhe) de Turner

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AINDA LÁ FORA

Deixe a porta aberta
que a poesia concreta
há de vir
quando eu sair.

Matisse, O Violinista à Janela, 1918

8 comentários:

Bípede Falante disse...

Dá licença que eu quero sair antes! ahahahaha

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

a poesia concreta que sem rimas chega e nos toma

Domingos Barroso disse...

A mágica concretude
procura-te sempre,
grande poeta.

forte abraço.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Concretizar a liberdade de ir e vir...beijo

Assis Freitas disse...

a concretude tão abstrata do dia,

abraço

Cris de Souza disse...

deixe a porta alerta
que a poesia coberta
há de sair
quando eu ficar

...

Tuca Zamagna disse...

Nada a declarar, Marcontonio.
Só penso, mas não confesso, que bem me convinha afanar esta jóia.

Abraços

betina moraes disse...

sorri ao final da leitura.

bravo!

abraços