Imagem do cabeçalho: "O Grande Canal de Veneza" (detalhe) de Turner

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

DEITAR FORA

Há um peso morto
livresco
na minha mochila
de andarilho.

Gustave Courbet, Bom dia, Monsieur Courbet, óleo s/ tela (1854).

4 comentários:

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

e quantas vezes esse peso morto é o que sem queremos o que nos faz sombra ou marca( no) mais do que devia ou não deveria

José Carlos Brandão disse...

Não será preciso somar? Tudo faz parte da nossa bagagem existencial.
O seu texto faz refletir.
Abração.

betina moraes disse...

observação existencial!

:)

Bípede Falante disse...

deitar fora é uma expressão que não consigo assimilar, que não entra na minha cachola, que não consigo dar sentido, que deitar, para mim, é uma coisa louca de boa :)